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sexta-feira, 30 de abril de 2010

DESIGNER DE CAPA DE VINIL - DISCOS DE JAZZ II

Já que eu falei sobre capas de discos de jazz em vinil, aqui vão alguns exemplos que estão no livro Jazz Covers. As imagens são de divulgação da editora TASCHEN.





domingo, 25 de abril de 2010

SUPER BAZAR DE DISCOS


Já que falei tanto em vinil. Hoje, a partir do meio-dia com entrada gratuita. No Astronete - Rua Matias Aires, 183.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

DESIGNER DE CAPA DE VINIL - DISCOS DE JAZZ

Já que eu falei sobre capas de discos de jazz em vinil, aqui vão alguns exemplos que estão no livro Jazz Covers. As imagens são de divulgação da editora TASCHEN.






quinta-feira, 22 de abril de 2010

NOSTALGIA DA MODERNIDADE - DISCOS DE JAZZ

O MP3 acabou com uma das coisas mais legais: a possibilidade de você estar numa loja de discos e topar com a capa genial de um vinil. Daquelas que despertam em você vontade de ter aquilo, não importa o seu conteúdo. E assim a gente ia descobrindo coisas novas, umas boas e outras nem tanto.

De uma outra maneira, os cds continuaram com essa "tradição" de fazer belas capas. Só que o espaço é infinitamente menor e não atrai chama tanto a nossa atenção. Imagino que os cds ainda continuam a fazer capas apesar da pouca valorização. Só que nada do que eu vi até hoje, em matéria de capas de cds, pode ser comparado aos vinis.

Não tenho nenhum tipo de ressentimento quanto ao MP3, muito pelo contrário. Não quero praguejar e muito menos parecer passadista. Mas me parece impossível olhar para aquelas capas antigas e não sentir absolutamente nada. Nenhuma comoção. Nenhuma saudade.


Para esses amantes, a editora TASCHEN lançou um livro bem bonito sobre o tema - Jazz Covers. Não tenho certeza se o livro é novo ou mais antigo. São capas de vinis de Jazz dos anos 40 até o começo dos anos 90 - quanto o vinil já estava em declínio. O mais interessante é que cada capa acompanha informações sobre o nome do disco, diretor de arte, fotógrafo, ilustrador, ano, gravadora e muito mais. Tem entrevistas com pessoas que fizeram parte dessa história. Um trabalho primoroso do autor e editor do livro, respectivamente Joaquim Paulo e Julius Wiedemann. Uma curiosidade: Joaquim é um colecionador de vinil que mora em Portugal, está sempre vindo ao Brasil fazer pesquisas musicais; e Julius é brasileiro.

foto: divulgação

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Sucesso, aqui vou eu


Na maior correria, acho que final de mês é sempre assim, né? Bom, to "reouvindo" um disco da Rita Lee de 1970 - BUILD UP. Ela tinha acabado de sair dos Mutantes, acho que era o primeiro disco solo. As letras tem uma inocência mágica e os sons são bem intimistas e tal. O disco é despretensiosamente pretensioso. Ganha a gente pela simplicidade. Se fosse nos dias de hoje, dificilmente ela conseguiria fazer um disco como esse. Acho que ele tem muito a ver com aquela atmosfera dos anos 70.


Parece que a Miranda Kassim refez um dia desses esse disco num show cover - faixa a faixa.

Sem nostalgia!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

In Rainbows - De novo


Mais uma vez o assunto: In Rainbows. É que essa semana eu estou fazendo uma retrospectiva do Radiohead, só que resolvi começar pelo fim. Tá certo, todo mundo já sabe que In Rainbows é um disco importante pelo fato de ter quebrado os paradigmas do lançamento e da distribuição de um disco. Ele estava lá para download, quem quisesse ia até o site, pagava quanto quisesse e baixava o disco.


Queria falar aqui, o quanto isso reflete na obra do Radiohead em si. É engraçado como Tom York usa e abusa de sons eletrônicos. Eles estão presentes em todos os momentos do disco. As guitarras estão presentes, mas nem parecem ser as estrelas principais. É que numa banda de rock guitarra é fundamental. Nesse disco as canções nõ soam tão pops, elas são mais duras, mais trabalhadas. Não se compara ao experimentalismo dos discos anteriores e também não se parece com a fase "rock" do começo. Deve ser isso, o Radiohead está abrindo um novo ciclo. Só não dá pra dizer onde ele vai dar.


O disco é bom, muito bom e vale a pena ser ouvido com atenção especial. Lembre-se, o Radiohead é uma das bandas mais relevantes que estão por aí.

sábado, 29 de novembro de 2008

Tu Veux, Tu Veux Pas


Esse 7" é incrível e uma raridade. É Marcel Zanini - Tu Veux, Tu Veux Pas. Uma versão francesa de Nem Vem Que Não Tem do Wilson Simonal.