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quarta-feira, 28 de abril de 2010

II CONGRESSO DE JORNALISMO CULTURAL


De 3 a 6 de Maio acontece o II Congresso de Jornalismo Cultural - promovido e organizado pela revista CULT. Ótima oportunidade para os interessados na área se atualizarem ou se aperfeiçoarem. Particularmente, fiquei interessado pelos temas de literatura - sobretudo porque Clarice Lispector será a autora homenageada - e mídias digitais.

O ano passado consegui acompanhar um pouco da cobertura feita pela internet. Mas nada substitui a experiência de estar presente no Congresso.

*foto: reprodução

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Olha quem está de volta...

Uma boa notícia para aqueles que estavam morrendo de saudades: o Casmurros voltou! Agora o intuito não é ser somente um clube do livro, mas um blog sobre livros. Ainda tá no começo, esquentando as turbinas. Espero que em breve muitas novidades possam aparecer por lá. Enfim, tá no blogger, no twitter e em tudo quanto é lugar.

Quem quiser colaborar, sinta-se à vontade.

domingo, 27 de setembro de 2009

O romance em sua gênese


A Cosac Naify, como sempre, faz um dos grandes lançamentos do ano. Isso para aquelas pessoas que estão bastante interessadas em estudar literatura, particularmente para os amantes do romance. Um dos gêneros mais importantes da literatuda, desde o final do século XVIII, ganha amplo estudo coordenado por Franco Moretti.

Me lembro da vez que li no jornal sobre esse estudo que iria resultar nessa coleção de 5 volumes. Eu fiquei bastante entusiasmado, mas era escrito em italiano, numa época em que as importações custavam muito caro. Achei o projeto ambioso. Alguns anos depois e temos o estudo em português, por uma das editoras mais importantes do nosso país.

Ainda não falei, né? O estudo se chama O ROMANCE [Vol. 1] - A Cultura do Romance.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Livros, sim!

A Companhia das Letras está cheia de lançamentos bacanas! O primeiro deles é a nova edição do grande romance 1984 de George Orwell. Tem tradução do Erich Fromm e muitas outras coisas bacanas - começando pela capa. Eu tava torcendo bastante para que a Cia das Letras conseguisse esse romance e fizesse esse lançamento.

Outra novidade superbacana: a edição de bolso do romance A Vida Modo de Usar - George Perec. Estava esgotado, para comprar em sebo a gente pagava uma fortuna, etc. Tá certo que os leitores compulsivos gostariam da edição grande e tal. Mas essa já serve bastante e mata a vontade da gente. Tem um preço bastante acessível. Sugiro que corram pra comprar antes que acabe.

Agora as minhas expectativas estão no lançamento do romance Berlin Alexanderplatz de Alfred Döblin. Vai sair pela editora Martins Fontes no mês que vem. Aliás, o dvd completo da série com direção de Fassbinder também está à venda.

sábado, 1 de agosto de 2009

Nova SERROTE

Saiu a nova edição da revista SERROTE - parece que dessa vez é dedicado as artes plásticas. Porém, os textos giram em torno de diversos assuntos de natureza humanística. Já comprei meu exemplar e dei uma olhada por alto. Depois conto mais sobre o que li. Olha a capa:


terça-feira, 30 de junho de 2009

As reflexões paralelas a FLIP

Amanhã começa a 7ª edição da FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty. Cada ano que passa o evento tem se tornado mais interessante e atraído atenção de pessoas no mundo todo. Esse ano teremos gente como Alex Ross, Gay Talese, António Lobo Antunes, Chico Buarque, Cristovão Tezza, entre tantos outros. A conferência de abertura com Davi Arrigucci Jr. falando sobre Manuel Bandeira, o homenageado dessa edição, parece imperdível.

Bacana também é saber que a cobertura do evento também está em destaque. Jornais, revistas e agora blogues, youtube e twitters vão engrossar o coro de comentários, impressões e tudo o mais.

Agora, tenho de comentar uma coisa: lendo o blogue de Flávio Moura achei bastante pertinente questões que ele coloca sobre a FLIP. De alguma maneira essas questões fazem eco a algo que tenho falado também por aqui, sobre o mercado editorial, sobre os livros e sobre a literatura no Brasil. Faço questão de reproduzir aqui, um trecho que ele escreveu e que merece ser lido por todo mundo:


"Por que, afinal, tanta gente se abala até Paraty para ouvir escritores e intelectuais? Num país em que a tiragem média de um livro é 3 mil exemplares, o que leva quase 20 mil pessoas a pegar a estrada e assistir a leituras e palestras que em outro contexto poderiam estar vazias? Qual a especificidade de um evento capaz de unificar motivações tão diversas quanto as de escritores, banqueiros e artistas de tevê?"

Por favor, vamos pensar nessas questões e começar a discutir mais seriamente esses assuntos.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Notinha Literária


A Cia das Letras está relançando a obra da escritora Lygia Fagundes Telles. Por ocasião do relançamento, uma série de eventos vão acontecer no SESC Vila Mariana: leituras adaptadas por Maria Adelaide Amaral para o teatro com atores de renome. Vi uma edição ontem na livraria. Tem acabamento bonito. Merecida essa reedição.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Como salvar a literatura?

Recomendo a leitura do artigo publicado por Jorge Coli ontem no caderno "+mais!" da Folha de SP. O artigo se chama "Inteligência e afeto" e está disponível no site para assinantes do portal UOL ou do jornal Folha de SP.

Para quem não leu, faço aqui o resumo: Jorge Coli falava do livro "A Literatura em Perigo" de Tzvetan Todorov e das muitas ideias que ele carrega. No meio acadêmico, cada vez mais, aparecem disciplinas que procuram estudar cientificamente a literatura - é o caso da teoria da literatura que reivindica para si o papel de ciência autônoma desde o seu surgimento. Isso tem um resultado negativo já que esse estudo metódico estaria matando o prazer da litertura. Há um outro efeito prático: alunos ingressam nas universidades em busca de disciplinas teóricas sem um repertório mínimo de leituras. Todos ficam patinando em um instrumental sem serventia prática devido a essa falta. Jorge Coli fala ainda que a falta de leitura não dá ao leitor a paixão que só os livros podem dar.

Opinião pessoal: existe uma questão da literatura, sobretudo ao longo do século XX, ter se fechado. Romances complicado, de difícil leitura, cheios de referências, etc. atrapalham os novos leitores da era virtual. Volta também aquele deficiência do ensino, a pasteurização da internet, a dificuldade de construir pensamentos críticos, etc. A leitura dos livros dá as pessoas um importante repertório pessoal, não só de aprendizagem teórica, mas aprendizagem da vida. Com a leitura nosso pensamento fica estimulado, aprendemos coisas novas, desenvolvemos nossa capacidade de abstração e somos levados a experiências únicas.

Me lembro muito daquele livro (que também é teórico) "Quem ama literatura não estuda literatura".

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ainda: os livros, os leitores e o twitter

Falando tanto em livros, em leitores, em twitter... quero dizer que o Dia Mundial do Livro deveria servir como incentivo. É! Incentivo para todo mundo participar do clube do livro que organizo. Chama-se CASMURROS e o link é esse aqui: http://casmurros.blogspot.com

Vai lá! Leia com a gente, participe dos comentários, ajude a gente a escolher nossa próxima leitura. E acompanhe a gente no twitter também: http://twitter.com/casmurros

É isso!

LIVROS, SIM!


Ontem foi Dia Mundial do Livro! Data importante para algumas reflexões sobre a leitura e o consumo de livros no Brasil.

Não sei dizer ao certo qual é o problema do mercado editorial (falando em termos de livro) em nosso país. Para termos um mercado forte precisamos de quatro coisas: leitores, autores, editores e livrarias - to simplificando bastante.

Leitores no Brasil, a gente sabe que definitivamente não há muitos. É muito ruim admitir isso, mas é verdade. Veja, por exemplo, o número de leitores de jornal e revista? É bem pequeno em comparação com o tamanho da nossa população. Depois temos um sério problema de educação: as escolas não são suficientes, os alunos ter uma formação inadequada, o desinteresse por ensino é grande, etc. Como consequência, ler é uma coisa bem chata. Tem também o problema com a formação dos professores e tantos outros: o aluno não sabe o sentido da leitura - "tem de ler para ser alguém na vida" -, muitas vezes ele se vê obrigado a ler, não compreende o que está lendo, não sabe interpretar, etc. Tudo isso acaba criando uma base bem grande para das apenas uma explicação ao problema da leitura.

Autores nós temos. E temos aos montes. Ainda mais agora com a internet, o fenômeno dos blogs, o aquecimento da economia e a pequena melhora na educação. Tudo isso, impulsiona as pessoas a escreverem e produzirem. No entanto, existe um paradoxo: temos muitos autores, mas não temos tantos bons autores quanto gostaríamos.

De editores, acho que não é necessário dizer que também temos. Nem todos são bons, mas os bons existem e abastecem o mercado de maneira justa. Como nós não estamos vivendo esse mercado de perto, não dá pra dizer o que impossibilita o aparecimento de edições com "papel jornal" e capas não tão bem acabadas. Acho que esse tipo de edição não vende muito, não atrai o consumidor. Os poucos leitores brasileiros não estão acostumados com isso. Mas as editoras não produzem nada assim. Alguém sabe dizer porque?

Livrarias: antes elas eram familiares (assim como muitas editoras ainda são!) e agora são megas, hipers, masters. As livrarias de bairros estão sumindo. Precisa a economia melhorar para a moda de livrarias de bairro voltar. As livrarias fazem o possível para dar descontos, mas a decisão final sobre o custo não está nas mãos delas. O que elas podem fazer é abrir o negócio, dar descontos, fazer promoções e colocar funcionários qualificados para atender. Nisso, alguns sebos saem ganhando. A atenção que a gente recebe nos sebos é bastante superior a das livrarias. Os funcionários ajudam, conversam e quase sempre conseguem aquele livro raro que você tanto procura. Pena que no quesito preço: o que é raro saí bem mais caro do que em qualquer lugar - mas isso é lei universal, não só no Brasil.

Bom, conclusão final: aqui os livros são muito caros - me disseram que são os mais caros do mundo. Qualquer edição não sai por menos de R$ 30,00. Existem promoções nas editoras, nas livrarias, nos sites, mas mesmo com os descontos o preço final ainda é alto. Existe um círculo vicioso que não consegue ser quebrado. E de cada lado é uma batalha dura. Mas timidamente, com o aquecimento da economia, o negócio melhorou um pouco e acredito que deve melhorar. Só que ainda muito timidamente. Uma pena!

domingo, 19 de abril de 2009

A revista SERROTE


Acho que nem comentei por aqui o lançamento da revista SERROTE. Iniciativa muito bem vinda do Instituto Moreira Salles. De acordo com a carta do editores, a revista será quadrimestral e trará sempre ensaios "originais, independentes, bem pensados e bem escritos". Os ensaios do número 1 são de autoria de gente como Antonio Cicero, Carlo Ginzburg, Franz Kafka, Mário de Andrade, Modesto Carone, etc. Ainda tem ilustrações de Saul Sateinberg.

Ficou bem bonita essa edição. Acho que é mais uma contribuição muito bem vinda do Instituto - eles também editam os Cadernos de Literatura. Tomara que a revista tenha vida longa e traga ensaios que não circulem apenas no meio acadêmico.

Se depender do time de editores: Flávio Pinheiro, Matinas Suzuky Jr., Rodrigo Lacerda e Samuel Titan Jr. - a revista tem tudo para dar certo. Tava querendo mesmo revistas com textos longos e textos que não sejam acadêmicos. Melhor ainda quando a edição é cuidada como essa. Como vi um diretor de redação dizer: "a revista tem de fazer, o que somente a revista sabe fazer".

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Recado

É o seguinte, estou participando de um clube do livro. Bacana, né? É um clube do livro virtual em que todas as pessoas interessadas podem participar. A gente vai ler um livro por mês e vai postar algumas ideias. Quem quiser pode ler junto com a gente e comentar também. Mais ainda: a gente abriu uma votação em que você pode ajudar a escolher o próximo livro que vamos ler.

Tudo tá só no começo deve acontecer muito mais coisa. Participe com a gente, o link tá aí do lado.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Micro Novelas

Li na revista Época dessa semana uma reportagem falando sobre algo como "novelas de celular". É uma onda que vem lá do Japão. As pessoas usam o celular para escreverem novelas. A coisa toda vem em pequenos capítulos, como se fossem torpedos SMS. O negócio fez tanto sucesso que até publicaram em livro. Geralmente são novelas de amor.

Sim, temos adeptos no Brasil. Achei curioso esse negócio por usar um suporte novo, diferente. E fico pensando se de repente esse não seria o futuro das narrativas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Carmen - Companhia das Letras, 2005


Ruy Castro escreveu um livro fantástico: Carmen. É a biografia da pequena notável, leitura obrigatória para esse verão brasileiro. Tá certo que a musa da vez é mesmo Maysa, mas Carmen será "tema" da SPFW. Acho que muita gente fala tanto dela sem saber muito porque.

O Ruy Castro fez um trabalho primoroso - como sempre - ao conseguir material bem farto para compor o livro. É tudo muito completo e narrado de maneira agradável ao extremo. Leitura recomendadíssima.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Capitu - olhos de ressaca


Começa a passar hoje a série "Capitu" na TV Globo. Li que o diretor adaptou o enredo do romance "Dom Casmurro" no intuito de aproximar um público mais amplo do universo de Machado de Assis. Daí a trilha sonora ser mais rock e a linguagem se aproximar bastante do cinema contemporaneo. Tomara mesmo que o diretor consiga atingir seu objetivo. E tomara que a série retire esse ranço que existe em torno da obra de Machado de Assis.

domingo, 23 de novembro de 2008

Av. Pindorama, 171


Esse final de semana fui assistir ao Festival de Cenas Curtas - Galpão Cine Horto no SESC Pompéia dentro da Mostra Contemporanêa de Arte Mineira. E teve apresentação da cena: Av. Pindorama, 171 - do Grupo de Teatro 171.

Gostei bastante do que vi. A cena tem muitas referências a estética tropicalista, só que nesse caso não parece haver a apropriação do que é estrangeiro para reuní-lo com o que é nacional. A identidade brasileira em si a partir de figuras que ocupam o imaginário da nossa cultura popular é que está em foco.

E essa Av. Pindorama poderia também se chamar Av. Brasil. Lá está a banana, a mulata, a religião, o camelô, o saci, a carmen miranda, etc. Também tem Torquato Neto, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Hélio Oiticica, Zé Celso Martinez Correa e tantos outros.

O mote central da cena é um atropelamento causado por um caminhão de bananas. Tudo vai se passando num ritmo bem dinâmico e um tema vai levando a outro. Gosto do humor e da ironia presentes nas situações que desfilam diante dos nossos olhos - o que é um diferencial na maneira de tratar o assunto e fazer teatro. A linguagem é meio kitsch, do exagero, do nonsense, da paródia e do pastiche.

Enfim, achei a pesquisa que eles fazem bem original. É pra ficar de olho neles.

Peguei a foto no blog deles, vai lá - Teatro 171

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Clarice Lispector - recomendada


Quem me conhece sabe que eu sou super fã da Clarice Lispector. E dizer isso nos dias de hoje é uma coisa meio da moda. Afinal, todo mundo conhece e lê Clarice. A primeira vez que li alguns contos do "Laços de Família" fiquei tão encantado que não conseguia parar de pensar naquilo nunca. Juro, fiquei uma semana pensando naquilo que tinha lido. Depois fui que nem louco ler mais e mais coisas... e li um monte de Clarice. O que mais me intrigou foi "A Paixão Segundo GH". Nele existe aquela epígrafe falando que esse livro deveria ser lido somente por pessoas de alma já formada... daí fiquei um tempão pensando se deveria ler ou não.


Enfim, to dizendo tudo isso para celebrar e espalhar mais e mais a obra dela. Com essa escrita intimista, epifânica, reveladora do nosso "de dentro".


"Não se preocupe em entender, viver ultrapassa todo e qualquer entendimento" - Clarice Lispector.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Como se tornar um diretor de teatro?


Não sou nenhum diretor de teatro para dizer essas coisas, mas durante algum tempo levei bastante a sério essa minha vontade. Li muito e continuo experimentando teatro, por isso, acho que posso dizer essas coisas. É que esse final de semana fui assistir a peça do Felipe Hirsch - "Não Sobre o Amor". E fiquei pensando em como ele é um dos melhores diretores da geração... e como ele é um dos melhores nesse momento. Daí pensei em como ele teria se tornado um diretor de teatro. Ele mesmo é a pessoa que deveria responder essa pergunta. Como não tenho como perguntar, resolvi escrever eu mesmo... com meu ponto de vista.


1. Leia muita literatura - leia de tudo, romance, contos, novelas, etc. se você não tem idéia por onde começar vá para os clássicos. Um clássico nunca sai de moda e tem sempre algum motivo para estar lá. Depois apele para as mil listas que existem por aí; assim você vai criando um critério e descobrindo coisas.


2. Leia muito teatro - tem de ler teatro e ler muito sobre teatro. Críticas, teóricos, textos, manuscritos, etc. Tudo!


3. Viva o teatro - você tem de assistir teatro, frequentar o teatro e se possível viver a experiência do teatro mesmo. Faz uma peça, encene, seja ator, seja diretor, meta as caras... mas sem essa chatice de querer chocar.


4. Conheça tudo sobre arte - pintura, escultura, cinema e música. Você tem de ouvir e ver o maior número possível dessas coisas. É isso que vai te dar material cultural e imaginativo.


5. Amadureça - saiba que nem sempre você pode abraçar o mundo tão rápido. Demora um pouco de tempo para uma idéia surgir e nem sempre tudo sai tão bem quanto a gente espera. É preciso ter muita paciência e saber esperar muito. Um dia a gente chega lá.


6. Saiba reconhecer - último conselho, mas nem por isso menos importante. Saiba reconhecer se você não tem talento para tal. Não adianta forçar a mão e dizer que você é aquilo e quer ser aquilo. Se você não leva jeito, se você não gosta, se você vê que está tudo errado então reconheça... e tente novamente. Ou então nem tente...


E mesmo depois de fazer tudo isso pode ser que você ainda não se torne um diretor de teatro. E mesmo fazendo tudo isso pode ser que falte ainda muita coisa para você se tornar um diretor de teatro. É isso!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

FLIP 2008



A FLIP desse ano acontece de 02 a 06 de Julho. Parece que vai ser bem legal... terá participação de pessoas de diversas áreas de conhecimento - desde críticos literários a músicos renomados da bossa nova e cineastas. E Paraty é uma cidade bem bonita. Vale a pena ir e ver o que anda acontecendo no mundo das letras.

domingo, 4 de maio de 2008

Maio de 68 - MAIS!


o caderno mais! da folha de sp trás hoje um especial sobre o famoso maio de 68 francês. o especial é bem completo e bem interessante por clarear certos mitos que rondam essa data. tem muita gente por aí que ainda vive achando que estamos em maio de 68. alguma coisa realmente sobrou de lá, mas muita coisa mudou... e alguma coisa ruim também está por aí.


se você é jovem e acha que os anos 60 foram demais tenha cuidado! há uma diferença tremenda entre a realidade e o romantismo que criamos em torno das coisas, das datas, das épocas e tal. como diz um amigo meu, esse distanciamento pode nos ter dado uma clareza incrível e uma sensação de que não havia razão... não sei, não sei... o que vocês acham?