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domingo, 25 de julho de 2010

LARRY TEE ADORA SP E VAI DISCOTECAR AQUI

Larry Tee vai tocar sábado no Clube Glória, em SP. Para quem não sabe, Tee é um dj e produtor americano que ficou famoso por conta da onda Electroclash. Na verdade, ele já está na cena de música underground faz muito tempo. Tanto que já esteve em SP por duas vezes. Chegou a fazer apresentaçõs históricas no antigo AMPGalaxy.

É verdade que o Electroclash já não está mais na moda. No entanto, vai ser interessante ver o que anda passando pela cabeça e pelas mãos de Larry Tee. Isso sem contar na vocação do Clube Glória em atrair pessoas do mundo da moda e gente ligada em "montação" - gíria para quem gosta de investir no visual usando roupa 'diferentes' para sair à noite (estou usando um eufemismo, a gíria é bem mais antiga do que a gente pode imaginar).

Gostei bastante da entrevista que Larry Tee deu ao Estadão. Entre outras coisas ele diz que "o Brasil está pegando fogo lá fora. É o lugar da moda, todo mundo quer vir para cá." E completa dizendo: "Sempre que uso minhas camisetas compradas aqui, perguntam de onde é e eu esnobo: 'Ah, comprei em São Paulo!' Todos ficam com cara de 'Oooh!'".

Será só um orgulho bobo de paulistano?

*imagem: reprodução do Google.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

youPIX 2010 VAI DEBATER A RELAÇÃO DA INTERNET COM A NOSSA VIDA NOTURNA

Acontece essa semana no MIS o youPIX 2010. Trata-se de um evento com palestras, debates e workshops sobre o ambiente da internet e suas redes sociais. Tudo bem informal, descontraído e para todos os públicos. Achei a iniciativa bacana e pelo que li essa já é a sétima edição do evento. Duas coisas são particularmente interessantes: o debate Fuzuê: A web e a noite que vai tratar da relação que a internet estabelece com as festas e os clubes noturnos; e a sabatina com Anthony Vodkin criador do Hype Machine.


O Fuzuê parece a primeira iniciativa de discutir web e noite. A relação é clara: todo mundo que frequenta clubes noturnos ou bares busca informações em sites, blogs, etc. Informalmente, todas essas pessoas acabam divulgando e emitindo opiniões sobre tudo o que está acontecendo. E como diz aquela teoria da web: um consumidor confia muito mais em outro consumidor. Assim, quando outras pessoas recomendam positivamente a tendência é que o negócio seja um sucesso. E eu, sinceramente, sinto falta de uma cobertura da noite na internet. Uma cobertura que seja mais crítica e não apenas musical ou de moda.

Sobre o que esperar da sabatina de Anthony Vokin, eu recomendo bastante a leitura do texto “A rádio tradicional só toca as mesmas 40 músicas”, de Alexandre Matias para o caderno Link do Estadão - aliás, um enorme achado esse caderno.

sábado, 22 de maio de 2010

JOSH WINK NO D-EDGE

Josh Wink toca hoje no D-Edge na noite Mothership. Quem era muito novinho ou nem tinha nascido não vai saber, mas Wink ficou mundialmente conhecido em 1995 com a faixa Higher State of Consciousnes. Me lembro que eu era adolescente e gostei dessa música imediatamente. Era o auge do 'movimento' cluber e o tempo das raves. Atualmente, o cara está mais envolvido com o tecno (minimal, acid, etc). No ano passado ele lançou um disco "When A Banana Was Just A Banana". Dá para ouvir algumas faixas no myspace.

Abaixo Higher State of Consciousnes em versão reduzida para o videoclipe:


domingo, 16 de maio de 2010

A INTERNET E A NOSSA VIDA NOTURNA

Se tem uma coisa que eu sempre senti falta foi da cobertura jornalistíca da vida noturna de SP. Para ser mais específico, estou me referindo aos clubes e pistas de dança. Sinto falta de ler notícias se projetos e vindas de djs estrangeiros para cá.

Tá certo que a internet veio preencher essa falta. Ainda mais agora com as redes sociais. Vc entra no Orkut, Facebook, Twitter, Youtube e logo fica sabendo mais sobre aquilo que está procurando. Mas sinto falta de mais cobertura. E acho que os clubes e bares estão perdendo tempo em não investir na internet para agregar valor a nossa vida noturna.

Veja, por exemplo, que bacana a iniciativa do D-Edge em colocar no Youtube esse vídeo com Miss Kittin:



Parabéns ao clube! E que mais iniciativas como essa apareçam.

sábado, 15 de maio de 2010

RUMO AO CENTRO?


A Rua Augusta, no sentido centro da cidade, tornou-se um dos lugares mais interessantes para quem gosta de sair à noite. Cada dia a gente tem uma notícia sobre alguma coisa que abriu, que fechou, que reformou, etc. Isso sem contar no comércio abundante com lojas de roupas, discos (?), restaurantes e por aí vai. Não sei se essa efervescência está com os dias contados, afinal a Rua Augusta já é um point desde os anos 50/60. Mas a verdade é que a vida noturna da cidade está caminhando cada vez mais para o Centro - descendo a Rua Augusta.

Essa semana abriu mais um clubinho: Alberta#3. Fica na Avenida São Luís, bem no final da Rua Augusta. Parece que é dos mesmos donos do Astronete. O nome do novo clube é inspirado na canção de Bob Dylan. Cada noite será dedicada a um projeto diferente, vai de rock a disco music.

E bem lá perto reabriu um bar que um dia foi reduto da boêmia, o Paribar. Apesar da reforma o bar quer preservar sua aura antiga, sem nostalgia e tal. Tem happy hour, comida e bebida.

Além desses dois, mais clubes/bares devem ocupar essa região ainda esse ano - se tudo der certo. Acho bom que o Centro esteja dando sinais de vida. Tomara mesmo que as pessoas que reanimaram a Rua Augusta descem, ruma ao Centro.

FUTURE SOUND OF BRASIL


O Future Sound of Brasil acontece hoje na Pacha em SP. O evento vai reunir DJs brasileiros novos e alguns antigos - nomes como Renato Cohen e Anderson Noise, por exemplo. A mistura de estilos também prevalece: house, tecno, drum'n'bass e afins.

Só é uma pena o fato de ser no mesmo dia da Virada Cultural. Isso deve explicar a ausência de DJs conhecidos no line-up das pistas que serão armadas no centro de SP.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

PROFISSÃO DJ


Alguém leu a notícia sobre a regulamentação dos DJs? É que a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou o esse projeto de lei. Está na Folha de SP de hoje:

"(...) a proposta exige dos DJs diploma de curso profissionalizante, carteira profissional de habilitação e certificado de capacidade profissional emitido pelo sindicato da área.

A exigência de registro é um dos pontos que gera controvérsia entre os profissionais da área. Outro dispositivo polêmico é o que prevê a participação de 70% de DJs nacionais quando um evento escalar um DJ estrangeiro".
Não sou dj, portanto não estou nesse mercado de trabalho. Também não tenho uma casa noturna ou bar. Não sei em que medida isso vai afetar as pessoas que trabalham diretamento com esse tipo de negócio. Mas o que sei é que até hoje todos os melhores djs do mundo, internacionais ou nacionais, nunca fizeram um curso profissionalizante de dj na vida. Muito menos precisaram de um certificado dizendo isso.

Não conheço a legislação trabalhista da noite no resto do mundo, mas imagino que seja como aqui. Não existe uma lei. É tudo em acordo de "cavalheiros".

E essa bobagem de colocar 70% de djs nacionais quando tivermos um dj estrangeiro? Me parece uma coisa tão sem cabimento. Até hoje, sempre fomos aos clubes ver os djs gringos. Eles sempre dividiram as pickups com djs nacionais. Em festivais acontece a mesma coisa. Isso existe desde sempre. Agora determinar a porcentagem e tornar lei?

O projeto de lei me parece anacrônico. Isso sem dizer que cria mais uma burocracia em torno das pessoas que trabalham na noite. Alguém me corrija se eu estiver errado nas coisas que eu disse, por favor?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

MISS KITTIN NO D-EDGE - 07/05


Não deixa de ser uma notícia boa para quem sentia falta de ter um dj gringo nas pistas. Miss Kittin apresentar seu projeto République no D-Edge na sexta-feira (07/05). A ideia do projeto parece ser muito interessante: ela se apresenta ao lado de um convidado e divide as pick ups com ele a noite toda. O "convidado" do Brasil, vai ser o Renato Ratier. Cada um vai discotecar por 1 hora, depois o outro retorna e assim por diante.

Miss Kittin ainda diz o seguinte sobre esse projeto: "Eu precisava de algo novo, excitante, algo que retornasse as raízes (das pistas de dança) onde todo mundo pudesse festejar junto, vivendo uma experiência de uma noite única".

Acho que vai ser uma oportunidade única de conferir o que a francesa está ouvindo. Já vi apresentações dela por aqui, uma ou duas vezes. Os sets dela costumam ter bastante tecno e são muito dançantes. Sem ser muito cerebral e sem ser muito banal. Acho que na medida certa. Eu penso também que é uma chance de saber o que as pistas internacionais estão ouvindo.

Os preço são um pouco altos, a venda é limitada e tem lotes específicos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

MAIS UM LUGAR NA RUA AUGUSTA

Da coluna da Mônica Bergamo na Folha de SP de hoje:

RAINHA AUGUSTA
Uma nova casa noturna será inaugurada em junho ao lado do Studio SP, na rua Augusta. O espaço, que tem como sócios Alexandre Youssef, Maurizio Longobardi e Marcelo Bassarani, abrigará shows de artistas nacionais para um público de mil pessoas.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

DEEPBEEP FAZ ANIVERSÁRIO


O site deepbeep completou 1 ano no último dia 23 de Abril. Para quem não conhece é um site que disponibiliza sets de DJs nacionais e internacionais. Dá pra fazer downloads ou ouvir stream no seu computador, enquanto vc trabalha, estuda, etc.

Tem set de gente muito bacana - os nossos novos, antigos e respeitadíssimos djs brasileiros. Os gringos também aparecem por lá, sempre que possível. Um set que tem causado bastante comoção é o do Marquinhos MS. Figura lendária da cena noturna da cidade de SP. Recomendo todo mundo a ouvir.

Enfim, parabéns e vida longa ao deepbeep - que tá fazendo a sua parte. Só faltou uma festinha pra comemorar, né? Alguém sabe de alguma coisa?

domingo, 25 de abril de 2010

SUPER BAZAR DE DISCOS


Já que falei tanto em vinil. Hoje, a partir do meio-dia com entrada gratuita. No Astronete - Rua Matias Aires, 183.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

EDIÇÃO DA VOODOOHOP FECHADA NO SÁBADO

O acontecimento deve (ou pelo menos deveria) causar uma discussão em torno da coisas que estão acontecendo na noite de SP. Não estou acompanhando tudo de perto. Vi manifestações no facebook e no twitter.

Notícia na Folha de SP - http://tinyurl.com/y7nctrs

segunda-feira, 12 de abril de 2010

As pistas de dança de SP


Tava comentando com um amigo outro dia sobre a noite na cidade de SP. Esse é um tema frequente aqui no FUGAS. Gosto de sair e gosto do clima da cidade que tem as noites mais legais do Brasil. Só que ultimamente não estou enxergando muitas coisas bacanas. Não quero parecer saudosista ou velho demais.

O que sinto é que não temos mais grandes investimentos em DJs renomados. Até o ano passado, tinhamos um DJ gringo quase que semanalmente. Fora os nossos DJs que tinham projetos bacanas, investiam pesado em pesquisa musical, etc. Hoje em dia é quase raro ver um dj gringo por aqui e sinto que os DJs estão chegando na fase da "aposentadoria".

Pode reparar, exceto o D-Edge, ninguém mais tem DJs gringos nos projetos. O Vegas, que já trouxe nomes importantes, parece que está meio parado. O Hot Hot inaugurou como uma promessa de salvação, mas até o momento apenas o Trentmoller apareceu. Ok, o clube tá no começo e ainda pode mostrar muitas coisas. Alguém se lembra de algum outro clube?

Na verdade, não sei se o problema é a falta de bons DJs no mundo (com boa técnica, repertório interessante ou trabalhando na criação de bons projetos); se é um problema com os clubes já que crise fez todo mundo se virar para pagar as contas e sobreviver; ou se é um problema com o público que hoje tem outros gostos.

Há uma série de razões que explicam esse momento pelo qual estamos passando. Não tenho como listar todos aqui, senão o post vai ficar enorme. Quem sabe vou postando alguns ao longo da semana. Mas queria iniciar uma discussão sobre o tema. Queria convidar as pessoas a pensarem sobre isso.

É importante ficar claro que não estou lutando por um retorno ao passado. Acho que no passado também tinhamos questões bem parecidas. Quero que todo mundo entenda que hoje vivemos um momento bem democrático em termos de pistas de dança. Tem espaço e público para todo mundo. Só sinto que o nicho de DJs gringos, pesquisa musical e inventividade está ficando de lado. Vamos falando sobre isso.

domingo, 22 de novembro de 2009

Hot Hot

Fui conhecer o mais novo clube de SP. Gostei! Mas por ser a primeira/segunda semana de funcionamento, ainda tem coisas a corrigir.

O QUE NÃO GOSTEI: Achei que tem muita fila para fazer qualquer coisa. E a ideia do clibe é justamente evitar as filas. Explico melhor: quem quiser pode comprar ingressos antecipados para entrar no clube. Só que quando vc chega lá, tem de pegar uma fila para fazer seu cadastro e adicionar créditos no seu cartão. Quem não comprou antecipado enfrenta uma fila muito lenta.

Ok. Solucionado o problema da fila da entrada, vc cai no problema da fila do bar. Não era fácil conseguir espaço e ser atendido. Não sei se havia menos funcionários ou gente demais. Gastou seu crédito, pegue novamente uma fila enorme para adicionar mais dinheiro no seu cartão. Quer fumar: fila muito demorada.

Achei também os preços das bebidas bem altos. Eles não são tão diferentes das demais baladas, mas me pareceram mais salgados. Eu também já acho o preço de bebida caro demais na balada. É um pouco de abuso, mas enfim.

O QUE EU GOSTEI: A decoração é muito bonita e mistura o ar sofisticado e rústico ao mesmo tempo. O Soundsystem também é incrível, muito bem equalizado e tal. Fico imaginando aquilo nas mãos de alguém que saiba realmente mexer com isso. A iluminação é realmente moderna e bonita. E a pista em baixo do "lounge" me lembrou o finado Susi In Trase na Rua Vitória. A escadaria lá é bem monumental.

Enfim, acho que os organizadores da casa vão dar um jeito em tudo e deixar o clube tinindo. A localização também atraí bastante. Fora do eixão Augusta, Barra Funda e Vila Olímpia (se é que ainda existe algo por lá). Aliás, fiquei sabendo que existe uma tendência da vida noturna seguir para o centro de SP. Tomara mesmo que dê certo.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Todd Terje em SP


Sexta-feira teremos discotecagem de Todd Terje no D-Edge. O gringo vem para engrossar ainda mais aquela incrível lista que o clube liberou. Ainda devem ser confirmados nomes como: Elle Alline, Ricardo Villalobos, Josh Wink, etc.

Todd Terj faz parte da turma escandinava ligava a nova cena disco. Ele tem trabalhos consistentes como produtor e dj. Grande chance de conferir ao vivo. Pra quem não se lembra, ele já esteve aqui. Essa será sua segunda visita.

domingo, 6 de setembro de 2009

Olá, costa oeste


Façam suas apostas... deve sair disco novo do LCD Soundsystem no ano que vem. Contrariando os boatos de que a banda ia se separar, de que James Murphy ia fazer uma turnê com divas da Disco e tudo o mais. Eles já gravaram material e estão trabalhando. Novidade: tudo rolou em Los Angeles. Nova Iorque realmente está ficando sem graça!

A Cidade


São Paulo é realmente uma cidade que a gente deve observar bem. Temos diversos problemas sociais, políticos e urbanísticos. Paralelo a isso, a gente vai levando a vida do jeito que dá. Em meio a alegria e a tristeza, a cidade oferece coisas boas. Vai ver essa contradição é alguma marca da cidade, sei lá.

Aqui dá pra aproveitar bem a noite: comendo, bebendo e dançando. Dá pra ir ao cinema ver bons filmes a qualquer momento. Tem parque - menos do que a gente gostaria. Tem vida cultural bacana: livrarias, museus, galerias, etc. Só que tem políticos desinteressados com a cidade. Muito carro, muito barulho, muita sujeira, muita poluição. Daí, quando vc pensa que vão investir em transporte público, melhorar a paisagem, etc. os caras vão construir mais ruas, avenidas, alargar marginais. Aí que tristeza!

O Rio de Janeiro ganhou uma eleição que a considerou como uma das cidades mais felizes do mundo. Os cariocas, assim como nós, também sofrem de problemas políticos e sociais. Só que lá tem tudo aquilo que realmente deixa a gente feliz: sol, praia, mar, natureza e carnaval. Que delícia!

Tem uma propaganda política na TV falando de como será nossa vida no futuro se corrigirmos esses problemas todos. Parece mesmo coisa só de comercial.

Recomendo a leitura do texto da Maria Rita Kelh no +Mais de hoje. Sobre a nossa culpa e tristeza diária.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Jacques Renault em SP

Jacques Renault toca na cidade, hoje. Ele é um dos caras mais bacanas do momento. Espécie de cria da DFA, o moço inclui em seu chart: disco e house NY - lembra do que andaram falando sobre isso? É uma chance boa de acompanhar de perto o que as pessoas estão ouvindo no underground chic de NY. E também de saber o que anda passando na cabeça dos caras da DFA.




A apresentação rola no D-Edge - Freak Chic (noite que, se não me engano, foi idealizada pelo querido Marcos Morcerf).

sábado, 23 de maio de 2009

House is a Feeling


Kin Ann Foxman em passagem pelo Brasil deu uma mini entrevista para o rraurl. E olha que interessante, ela diz que música com vocal está em alta, consequentemente a house com vocal também. Lendo isso, fiquei pensando que estamos retornando ao processo organico de ouvir dance music. É claro que esse processo não começou agora, ele já vem desde o começo dos anos 2000 com aquela coisa do disco punk, neo disco e retorno da disco. Acho que as pessoas estão cansadas de ficar no lance do tecno reto, duro, etc. Todos estão procurando mais melodias e coisas diferentes.

De repente isso é uma ingênuidade da minha parte. Uma empolgação pela frase dita pela Kin. Prefiro acreditar que não. Somado ao retorno dos vocais, temos o retorno do vinil, por exemplo. E acho que os produtores de dance music estão cada vez mais preocupados em soar menos sintético. As pessoas, definitivamente, vão as pistas para dançar e se divertir. Para conseguir isso é preciso um pouco de sentimento naquilo que faz. Ninguém até hoje conseguiu inventar um tipo de sentimento falso.

Esses dias mesmo, estava ouvindo uma música com um instrumental lindo! De repente, entra um vocal tão bonito e com uma letra simples falando sobre o amor. Daí me lembrei daquela expressão "house is a feeling". Não é que as pessoas tenham de ser mais iluminadas que as outras para perceberem isso. Acho que todo mundo é capaz de perceber isso quando quer perceber isso.

Ah! são divagações. Qualquer dia explico melhor.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Ponte Aérea

E já que eu falei e todo mundo fala tanto na noite de SP e na noite de NY... olha só a matéria que saiu no New York Times dessa semana a respeito de viagens: clique aqui. Os jornalistas recomendam a região do Baixo Augusta pra comer, beber e dançar.