sexta-feira, 11 de julho de 2008

O Hype do Management - MGMT


Eu gosto desse disco... muito gente tem atribuído um certo hype em torno dessa dupla e isso tem despertado o ódio de muita gente. Dizem que no fundo é a Sony que investe muito dinheiro e jaba neles. Mas o disco é bom, ainda mais para uma banda iniciante. Eles soam originais e parecem vindos da Califórnia. Na verdade eles são de Nova Iorque. Dizem que o show tem ares de rock progressivo e momentos a lá Yes. Teremos a oportunidade de ver o show por aqui, pois o TIM Festival anunciou ontem que fechou contrato com os caras. Vai ser lá em Outubro. Boa chance de conferir uma banda nova no "auge" de seu lançamento.


Disco recomendado - Oracular Spetacular - sobretudo as faixas "Time To Pretend", "Electric Feel" e "Kids".

Outras revistas


A foto já é antiga mas merece um destaque. É Angelina Jolie em momento privado. Mas a foto é muito boa e está na revista Vanity Fair - que é uma das revistas que gostamos muito. Não tem muito a ver com a nossa cultura, é mais uma coisa americana... mas em termos de designer e inovação essa revista é uma das primeiras. Só para se ter uma idéia essa foto foi feita pela mesma fotográfa que fez a capa da Rolling Stone com John Lennon e Yoko Ono.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

#14 discos matadores


Falem o que quiser, mas eu acho que esse disco merece estar aqui nos discos matadores. Vem das mãos da DFA Records e de Andrew Butler. A DFA já vem trazendo esse revival da disco music desde que os anos 2000 começaram. Só agora o negócio emplacou. Tudo porque a gente quer os vocais e a melodia... e isso o Hercules & Love Affair tem de sobra.

Um livro no meio do caminho



Se você me conhece, sabe que este livro está tirando o meu sono... Ítalo Calvino - As Cidades Inivisíveis. Eu recomendo a leitura.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Revistas que Amamos

Amo revistas que falam sobre arte, cultura, literatura, música e moda. Melhor quando tudo isso vem associado a um designe inovador e uma linguagem que comunica diretamente com a gente. Uma dessas revistas que eu amo é a REVISTA SIMPLES. Tinha edições a cada dois meses, mas não sei porque faz tempo que não vejo uma nova nas bancas. A última foi o número #43. De qualquer forma a turma tá com um blog esperto. Veja mais aqui.







Ausência

Desculpem a ausência nos posts... é que somos uma das vítimas da telefônica. Ela está nos boicotando. Que m****! Assim que possível vamos voltar ao normal.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

EMOÇÃO ART.FICIAL 4.0 - EMERGÊNCIA!

No prédio do Itaú Culural na Avenida Paulista tá rolando a quarta Bienal Internacional de Arte e Tecnologia. Que recebe o simpático nome de EMOÇÃO ART.FICIAL 4.0. O tema dessa edição é a emergência e a imprevisibilidade das obras de arte tecnológicas, o caos, etc. Me lembro que eu tinha um professor que trabalhava com questões de mídia, arte tecnologia... e ele dizia que as máquinas trabalham tanto com a mesmice que chega uma hora em que elas podem criar "inteligência" e produzir algo novo, imprevisto.

Serviço
Av. Paulista, 149. Ter. a sex.: 10h às 21h. Sáb., dom. e dia 9: 10h às 19h. Até 14/9. Livre.

Tem vídeo no youtube da obra ultra nature de miguel chevalier.


terça-feira, 1 de julho de 2008

A vila está quieta...


To gostando bastante de ouvir esse disco. É de uma dupla chamada Quiet Village. Eles lançaram por aí uns remixes e depois lançaram produção própria. O disco é desse ano e deve figurar entre os mais interessantes. Se bem que o pessoal que viu o live deles no Sónar não gostou da apresentação. Acharam burocrático... enfim, o disco é bom, eu indico.

#13 discos matadores



É o Pink Floyd em sua fase inicial com Syd Barret ainda em muito bem. Esse disco é uma obra prima da psicodelia do final dos anos 60. Influênciou gerações inteiras de Beatles a Rolling Stones. Os efeitos sonoros parecem simples hoje, mas para a época eram muito avançados. Eram as novas experiências refletindo na música que as pessoas ouviam.

Sobre o MOTOMIX 2008


Sabe que eu gostei muito do motomix esse ano. Não cheguei a ver todas as bandas nacionais, vi metade do show de uma delas... achei meio parado, meio sem presença, meio crú. Mas a banda era boa, deve melhorar a performance com o tempo. Agora, as bandas internacionais fizeram a minha alegria. Sobretudo o Fujiya & Miyagi e o The Go! Team.


O Fujiya & Miyagi parece mesmo muito influenciado pela música alemã - Can, Kraftwerk, etc. - e pela música japonesa em alguns momentos. Os caras tocam muito bem e tem um show cheio de groove... climático e tudo o mais.


Já o The Go! Team é um show a parte. Eles trocam de posição, cantam, dançam, tocam bateria e o que mais der na telha. É um time mesmo. Fora a presença de palco, as frases em português... um luxo!


E o parque tava bem legal, um fim de tarde agradável e uma noite bem bonita. Tomara que rolem mais motomix de graça e com qualidade. Vida longa ao festival nesse formato.